ingredientes
1 kg de farinha de trigo
2 xicaras de chá de polpa de frutas processada
1 xicara de chá de amido de milho
3 xicaras de chá de açucar
2 xicaras de chá de nata
1 xicara de chá de amendoim e moido
5 colheres de sopa de margarina
2 ovos
1 xicara de chá de leite
1 colher de sobremesa de fermento em pó
1 colher de sobremesa de sal
1 colher de sopa de essência de baunilha
preparo
Bata bem o açucar com a nata, o óleo, os ovos, o leite e a baunilha.
Acrescente o fermento e o sal.
Misture aos poucos farinhya de trigo, o amido de milho e a polpa de frutas processada.
Vá sovando e acrescentando a margarina ás colheradas, para formar uma massa que não grude nas mãos.
Acrescente o amendoim e, se necessário, acrescente mais margarina.
Faça bolinhas, achate- as e coloque em forma untada e enfarinhada.
Asse em forno quente até que fiquem douradas.
domingo, 8 de maio de 2011
sábado, 7 de maio de 2011
Pão de hambúrguer com mandioquinha
Ingredientes da Receita de Pão de hambúrguer com mandioquinha
- Massa:
- 3 ovos
- 60g de fermento biológico
- 1/2 xícara de chá de açúcar
- 1 xícara de chá de óleo
2 colheres de sopa de margarina - 1/2 colher de sopa de sal
- 1/2 kg de mandioquinha cozida em água e sal
- Aproximadamente 1 kg de farinha de trigo, o suficiente para dar consistência à massa
- Montagem:
- 1 pão feito acima
1 hambúrguer caseiro ou congelado - 2 fatias de mussarela
- Alface a gosto
- Tomate a gosto
Ovo Frito se quiser - Maionese
- Catupiry, adicional
- Catchup e mostarda a gosto
sexta-feira, 6 de maio de 2011
O cão sem plumas
I. Paisagem do Capibaribe
A cidade é passada pelo rio
como uma rua
é passada por um cachorro;
uma fruta
por uma espada.
O rio ora lembrava
a língua mansa de um cão,
ora o ventre triste de um cão,
ora o outro rio
de aquoso pano sujo
dos olhos de um cão.
Aquele rio
era como um cão sem plumas.
Nada sabia da chuva azul,
da fonte cor-de-rosa,
da água do copo de água,
da água de cântaro,
dos peixes de água,
da brisa na água.
Sabia dos caranguejos
de lodo e ferrugem.
Sabia da lama
como de uma mucosa.
Devia saber dos polvos.
Sabia seguramente
da mulher febril que habita as ostras.
Aquele rio
jamais se abre aos peixes,
ao brilho,
à inquietação de faca
que há nos peixes.
Jamais se abre em peixes.
Abre-se em flores
pobres e negras
como negros.
Abre-se numa flora
suja e mais mendiga
como são os mendigos negros.
Abre-se em mangues
de folhas duras e crespos
como um negro.
Liso como o ventre
de uma cadela fecunda,
o rio cresce
sem nunca explodir.
Tem, o rio,
um parto fluente e invertebrado
como o de uma cadela.
E jamais o vi ferver
(como ferve
o pão que fermenta).
Em silêncio,
o rio carrega sua fecundidade pobre,
grávido de terra negra.
Em silêncio se dá:
em capas de terra negra,
em botinas ou luvas de terra negra
para o pé ou a mão
que mergulha.
Como às vezes
passa com os cães,
parecia o rio estagnar-se.
Suas águas fluíam então
mais densas e mornas;
fluíam com as ondas
densas e mornas
de uma cobra.
Ele tinha algo, então,
da estagnação de um louco.
Algo da estagnação
do hospital, da penitenciária, dos asilos,
da vida suja e abafada
(de roupa suja e abafada)
por onde se veio arrastando.
Algo da estagnação
dos palácios cariados,
comidos
de mofo e erva-de-passarinho.
Algo da estagnação
das árvores obesas
pingando os mil açúcares
das salas de jantar pernambucanas,
por onde se veio arrastando.
(É nelas,
mas de costas para o rio,
que "as grandes famílias espirituais" da cidade
chocam os ovos gordos
de sua prosa.
Na paz redonda das cozinhas,
ei-las a revolver viciosamente
seus caldeirões
de preguiça viscosa).
Seria a água daquele rio
fruta de alguma árvore?
Por que parecia aquela
uma água madura?
Por que sobre ela, sempre,
como que iam pousar moscas?
Aquele rio
saltou alegre em alguma parte?
Foi canção ou fonte
Em alguma parte?
Por que então seus olhos
vinham pintados de azul
nos mapas?
A cidade é passada pelo rio
como uma rua
é passada por um cachorro;
uma fruta
por uma espada.
O rio ora lembrava
a língua mansa de um cão,
ora o ventre triste de um cão,
ora o outro rio
de aquoso pano sujo
dos olhos de um cão.
Aquele rio
era como um cão sem plumas.
Nada sabia da chuva azul,
da fonte cor-de-rosa,
da água do copo de água,
da água de cântaro,
dos peixes de água,
da brisa na água.
Sabia dos caranguejos
de lodo e ferrugem.
Sabia da lama
como de uma mucosa.
Devia saber dos polvos.
Sabia seguramente
da mulher febril que habita as ostras.
Aquele rio
jamais se abre aos peixes,
ao brilho,
à inquietação de faca
que há nos peixes.
Jamais se abre em peixes.
Abre-se em flores
pobres e negras
como negros.
Abre-se numa flora
suja e mais mendiga
como são os mendigos negros.
Abre-se em mangues
de folhas duras e crespos
como um negro.
Liso como o ventre
de uma cadela fecunda,
o rio cresce
sem nunca explodir.
Tem, o rio,
um parto fluente e invertebrado
como o de uma cadela.
E jamais o vi ferver
(como ferve
o pão que fermenta).
Em silêncio,
o rio carrega sua fecundidade pobre,
grávido de terra negra.
Em silêncio se dá:
em capas de terra negra,
em botinas ou luvas de terra negra
para o pé ou a mão
que mergulha.
Como às vezes
passa com os cães,
parecia o rio estagnar-se.
Suas águas fluíam então
mais densas e mornas;
fluíam com as ondas
densas e mornas
de uma cobra.
Ele tinha algo, então,
da estagnação de um louco.
Algo da estagnação
do hospital, da penitenciária, dos asilos,
da vida suja e abafada
(de roupa suja e abafada)
por onde se veio arrastando.
Algo da estagnação
dos palácios cariados,
comidos
de mofo e erva-de-passarinho.
Algo da estagnação
das árvores obesas
pingando os mil açúcares
das salas de jantar pernambucanas,
por onde se veio arrastando.
(É nelas,
mas de costas para o rio,
que "as grandes famílias espirituais" da cidade
chocam os ovos gordos
de sua prosa.
Na paz redonda das cozinhas,
ei-las a revolver viciosamente
seus caldeirões
de preguiça viscosa).
Seria a água daquele rio
fruta de alguma árvore?
Por que parecia aquela
uma água madura?
Por que sobre ela, sempre,
como que iam pousar moscas?
Aquele rio
saltou alegre em alguma parte?
Foi canção ou fonte
Em alguma parte?
Por que então seus olhos
vinham pintados de azul
nos mapas?
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Bolo de Cenoura
Massa
2 unidade(s) de cenoura picada(s)
2 xícara(s) (chá) de açúcar
3 unidade(s) de ovo
1 xícara(s) (chá) de óleo de soja Sadia
2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
1 colher(es) (sopa) de fermento químico em pó
Cobertura
2 colher(es) (sopa) de margarina Qualy Sadia
4 colher(es) (sopa) de água
4 colher(es) (sopa) de chocolate em pó
4 colher(es) (sopa) de açúcar
Massa
Bata os quatro primeiros ingredientes da massa no liqüidificador . Em seguida, misture a farinha de trigo e o fermento em pó.
Asse em fôrma tipo para pudim, média, untada e polvilhada com farinha de trigo, em forno a 150°(médio).
Cobertura
leve a margarina ao fogo até derreter. Misture os demais ingredientes, mexendo até soltar da panela. Faça furinhos no bolo de cenoura com o garfo e jogue a cobertura ainda quente.
2 unidade(s) de cenoura picada(s)
2 xícara(s) (chá) de açúcar
3 unidade(s) de ovo
1 xícara(s) (chá) de óleo de soja Sadia
2 xícara(s) (chá) de farinha de trigo
1 colher(es) (sopa) de fermento químico em pó
Cobertura
2 colher(es) (sopa) de margarina Qualy Sadia
4 colher(es) (sopa) de água
4 colher(es) (sopa) de chocolate em pó
4 colher(es) (sopa) de açúcar
Massa
Bata os quatro primeiros ingredientes da massa no liqüidificador . Em seguida, misture a farinha de trigo e o fermento em pó.
Asse em fôrma tipo para pudim, média, untada e polvilhada com farinha de trigo, em forno a 150°(médio).
Cobertura
leve a margarina ao fogo até derreter. Misture os demais ingredientes, mexendo até soltar da panela. Faça furinhos no bolo de cenoura com o garfo e jogue a cobertura ainda quente.
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