quarta-feira, 31 de agosto de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
bolo de coco
Ingredientes:
Massa
- 1 copo de açúcar (medida de um copo de requeijão)
- 1 copo de farinha
- ½ copo de leite fervendo
- 2 ovos
- 1 colher de fermento químico
recheio- 9 colheres (sopa) de açúcar
- 8 colheres (sopa) de água
- 1 pacote de coco ralado (100g)
- ½ lata de leite condensado
Cobertura
- 1 caixinha de chantilly 200ml
- 1 pacote de coco ralado (100g)
- Leve o chantilly à geladeira 12 horas antes de bater
Modo de preparo
Massa Bata os ovos com o açúcar até ficar com aspecto esbranquiçado. Despeje o leite fervendo e a farinha e, por último, o fermento. Unte uma forma pequena, polvilhe com farinha e coloque a massa dentro. Asse em forno médio por aproximadamente 40 minutos. Desenforme o bolo morno, espere esfriar, corte no meio
e recheie.
Recheio
Misture tudo e leve o fogo até obter uma cocadinha mole
Cobertura
Espalhe a cobertura sobre o bolo e polvilhe com o coco ralado.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
havia um bosque
havia um bosque...
dentro de mim
onde tudo existia
no escuro da noite
teu olhar eu via
e a lua de prata
tudo assistia
o amor alucimado
almas enamoradas
que em nós ardia
havia um bosque...
onde a minha paixão
transformou-se
em poesia
versando sentimentos
que só eu sentia
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
SANDÁLIAS - Hava CHINAs
Urgente
Profissionais da saúde estão recomendando: Muito cuidado com tudo que for 'Made in China', principalmente produtos que tiverem corantes amarelos, vermelhos e laranja. Isso inclui brinquedos, sabonetes, géls, desodorantes, vestuário etc.. Veja só:
SANDÁLIAS FALSIFICADAS HAVAIANAS 'Made in China' SÃO FEITAS COM RESINAS E ELASTÔMEROS PLÁSTICOS TÓXICOS PROVENIENTES DE RECIPIENTES USADOS PARA ARMAZENAR AGROTÓXICOS!
ELAS SÃO PINTADAS COM TINTA TÓXICA COM ALTISSIMO TEOR DE CHUMBO. O EFEITO É CATASTRÓFICO!!
ALERTE SEUS AMIGOS E FAMILIARES.
terça-feira, 16 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
Felicidade não é o destino e sim a viagem.
VENDE-SE TUDO
(Por Martha Medeiros)
No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos. O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.
Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante. Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas.
Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu. No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros.
Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material.
Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo.
Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar. Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que torna-se cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida.
Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile.
Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio. Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.
Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde.
Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza:
"só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir,"
é melhor refletir e começar a trabalhar o DESAPEGO JÁ!
Não são as coisas que possuímos ou compramos que representam riqueza ou plenitude.
São as dádivas especiais que não tem preço, as pessoas que estão próximas da gente e que nos amam, a saúde, os amigos que escolhemos, a nossa fé e Paz de espírito.
Assinar:
Postagens (Atom)



